Este violão chegou no meu atelier com a "mão" e o "braço" totalmente quebrados. Eram muitos pedaços de madeira! Foi como montar um verdadeiro quebra cabeças e aos poucos ir grampeando-os para a colagem. Nessa fase, a mão e o braço tem seus pedaços colados separadamente. Em breve, a colagem completa.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Quebra cabeça
Este violão chegou no meu atelier com a "mão" e o "braço" totalmente quebrados. Eram muitos pedaços de madeira! Foi como montar um verdadeiro quebra cabeças e aos poucos ir grampeando-os para a colagem. Nessa fase, a mão e o braço tem seus pedaços colados separadamente. Em breve, a colagem completa.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Peter Malinoski




"Ainda hoje, nós aceitamos que guitarras e baixos de corpo sólido devem ser construídos da mesma maneira há 60 anos. Eu acho isto muito triste, e é meu desejo tratar estes instrumentos com o respeito que eles merecem, eliminando as técnicas de produção em massa em favor de técnicas de construção individuais."
Com estas palavras, o luthier Peter Malinoski situa sua proposta de trabalho, à meu ver, instigante e inovadora.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
ATENÇÃO!
sábado, 12 de setembro de 2009
W.J. Jones Proteus






Há algum tempo não posto trabalhos de luthiers que eu admiro. Gosto quando profissionais luthiers quebram paradigmas e criam formas inesperadas, releituras de clássicos, mesmo que estes trabalhos não expressem a minha visão particular de forma e volume. A investigação da forma, a estética do "ousar" é fundamental para que qualquer arte não estacione, não fique engessada em dogmas e em última análise busque e proponha novos caminhos.
O luthier William Jeffrey Jones é um destes visionários que desbravam estes caminhos. Neste modelo, o Proteus - 6, ele trabalha com madeiras nobres, corpo e braço de walnut e maple, escala de jacarandá indiano e ébano na ponte e controles (knobs).
Percebam a riqueza de detalhes e o acabamento primoroso.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Preparando a "mão" primeira etapa
A preparação da "mão" do violão, onde são instaladas as tarraxas, é feita em várias etapas. A primeira delas é preparar o entorno da forma final. Isto pode ser feito de várias maneiras. Minha abordagem, ensinada pelo meu professor Bernardo, consiste em serrar várias vezes em torno do gabarito da mão, para em seguida com o uso do formão desbastar estas pontas como num "efeito dominó". Observem as fotos.
O Tróculo
O tróculo ou salto é um bloco de madeira colado no braço do violão e é responsável pelo encaixe deste com o corpo. Como em todas as etapas, ângulos e encaixes perfeitos são necessários e fundamentais para o resultado final do instrumento em termos de tocabilidade e conforto para o músico. Para alcançar cortes perfeitos é preciso muita concentração e dominar algumas técnicas nos serrotes. Nas fotos dá para ter uma idéia de como a coisa funciona.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Fretless 2
Após dar um "puxão de orelhas" no Juan, resolvi o problema. É um trabalho minucioso e que toma um bom tempo mesmo do luthier experimentado. É preciso preencher os pequenos buracos na escala feitos pela retirada dos trastes. Depois disso, preparar as guias (slots) para que elas fiquem perfeitas para receber as delicadas lâminas de madeiras "encrustadas" nas guias. Várias técnicas que só um profissional conhece são usadas neste processo que parece simples, mas na verdade, não é. Confiram o resultado nas fotos.
Fretless 1
Meu cliente Juan resolveu por conta própria tirar os trastes do seu baixo Crafter para obter um timbre mais aveludado e suave, conhecido como fretless (sem frete), eternizado pelo genial baixista grego radicado nos USA, Jaco Pastorius. O problema deste procedimento quando feito por um curioso é que ao retirar os trastes, a madeira acaba cedendo à pressão do movimento do metal e as fibras acabam quebrando na extremidade da guia onde são instalados os trastes. Vejam as fotos.
domingo, 16 de agosto de 2009
Blindagem
Meu amigo Rodrigo Magalhães, o Magalha veio ao meu atelier com uma Fender Squier se queixando do excesso de ruído produzido pela guitarra. A solução nestes casos é a blindagem. A blindagem é um serviço muito solicitado no meu atelier. Guitarras e baixos equipados com captdores do tipo "single coil", ou seja de bobina única tendem a fazer um ruído batizado em inglês de "humming". Modelos consagrados como as Stratocaster e Telecaster entre outras guitarras e baixos apresentam este problema. A solução é blindar as cavidades e os captadores com fitas de cobre, com o intuito de bloquear as ondas eletromagnéticas que provocam o problema. Nas fotos é possível ver algumas etapas do processo.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
A Escala
A escala é uma peça de madeira dura, no caso ébano, colada no braço onde mais tarde serão instalados os trastes. É fundamental que a escala seja bem preparada e colada com perfeição para um resultado final que garanta uma excelente tocabilidade. Nas fotos, eu mostro algmas etapas desta preparação e como a escala fica antes de colada no braço.
Polimento
O polimento é o acabamento final do instrumento. Nesta fase, se deseja que o instrumento alcance um brilho de "espelho". No processo de construção artesanal este é um processo complicado, delicado e demorado que passa por várias fases de utilização de compostos e pastas. Nas fotos, o luthier Fernando Bernardo polindo um dos seus modelos, o Corcovado.
A Preparação do "salto"
sábado, 8 de agosto de 2009
Violão Clássico Fernando Bernardo





Meu amigo e professor o luthier carioca Fernando Bernardo está disponibilizando para venda um modelo de violão clássico simplesmente maravilhoso. Reparem nos detalhes, acabamento e a forma do instrumento construído por um profissional experiente e que domina a sua artesania. Abaixo a descrição feita pelo próprio Bê.
Está à venda na Beluthier um violão clássico que construí em 1997, modelo Giovanna, Nº2, uma raridade. A sonoridade é bem equilibrada e possuí timbre médio/grave. Construído com Imbuia figurada nas laterais e fundo, tampo em West Red Cedar, braço em Mogno ( quarter sawn), escala em Ébano.
Um violão maduro. Instrumento macio, de ação baixa e com excelente volume. Devido as suas características, possui timbres que se encaixam em estilos como o Samba, Bossa e MPB. Excelente violão para gravações. As tarrachas são da marca Schaller (Alemã) e o encordoamento é D'adario j46. Acabamento com verniz de alto brilho. É REALMENTE UM INSTRUMENTO DE COLECIONADOR. Valor: R$ 6.800,00
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Pequenos problemas
O descolamento do cavalete é muito comum nos violões para cordas de nylon. Existem vários motivos que causam este problema. Uma colagem mal feita de fábrica, mudanças bruscas de temperatura ou excesso de exposição ao sol, excesso de humidade, etc...
Mas o fator campeão para a ocorrência deste problema é a falta de informação de alguns usuários que instalam cordas de aço em um instrumento projetado para a tensão bem mais leve das de nylon, o que sobrecarrega o cavalete, que acaba descolando ou quebrando.
Este problema é de fácil solução para um luthier profissional. Após o preparo das superfícies do tampo do violão e do cavalete, ele é "grampeado" no tampo com grampos especiais para o uso em luthieria e...voilá! Problema resolvido!
Confiram as fotos.
sábado, 25 de julho de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Giannini Stratosonic Bass
Meu amigo Luizz Ribeiro deixou este baixo Giannini Stratosonic Bass 4 cordas para alguns reparos. Por ser um instrumento vintage, havia entre outros problemas, uma rachadura na "mão" que estava prestes a quebrar. Foi necessário fazer um enxerto de madeira para reparar o problema. As fotos mostram a "mão" com o enxerto e já com algumas demãos de verniz. Também foi feita e instalada uma pestana nova. Em breve, fotos com o instrumento já montado.
terça-feira, 21 de julho de 2009
Algumas fotos de trabalho
O processo de trabalho com a madeira é em si mesmo uma fonte de belas imagens, antes mesmo do instrumento ficar pronto. Nestas fotos, vemos o tróculo sendo preparado para posterior colagem no braço. O resultado final é conhecido como "salto" por parecer um salto de sapato e é uma peça estrututural que fixa o braço no corpo do instrumento.
terça-feira, 14 de julho de 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Atelier
Acho, modestamente, que a nossa cidade nunca teve um atelier com o equipamento, ferramentas e organização que estarei disponibilizando logo.
Conto com a visita dos amigos. O endereço: Rua 28 de Março 395, na Escola de Música Arpoador.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Jack Briggs




quarta-feira, 27 de maio de 2009
Fotos do meu atelier
terça-feira, 26 de maio de 2009
Phil Sylvester




domingo, 24 de maio de 2009
Pikasso

sexta-feira, 15 de maio de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Mario Beauregard




sexta-feira, 1 de maio de 2009
R Taylor




terça-feira, 28 de abril de 2009
As madeiras e seus cortes para instrumentos
Pincei este artigo do blog do Beluthier, meu amigo e professor. Ele é muito esclaracedor e informativo.
theunofficialmartinguitarforumOs cortes de madeira para a construção de instrumentos são muito importantes e auxiliam a condutibilidade sonora e a resistência mecânica entre outras coisas.
Violões, cavaquinhos, bandolins, enfim... instrumentos acústicos feitos de madeira maciça são construídos em Book Matched.
Com o intuito de manter a mesma densidade, umidade, coloração e desenho, as madeiras do fundo, laterais e tampo destes instrumentos são retiradas da mesma prancha e suas duas metades espelhadas.
Você já deve ter visto uma linha bem no meio de seu violão e já deve ter percebido que o mesmo desenho que existe de um lado se repete do outro, isto é feito para manter as mesmas características em ambos os lados, gerando um maior equilíbrio.
É claro que violões de compensado simulam esta aparência, mas em nada se comparam aos construídos com madeira maciça.
O corte ideal para se construir violões é o Quarter Sawn ou Quartier.
O Quarter Sawn gera veios paralelos, são mais estáveis e conduzem melhor a vibração.
Este não é um corte muito comum em madeireiras brasileiras pois a maioria corta as toras seguindo o corte Tangencial ou Flat Sawn, mais usado em indústrias moveleiras e que gera desenhos de cúpula de catedral em sua face.
Alguns Luthiers se utilizam deste corte por gostarem dos efeitos visuais que ele oferece, mas este não possui a mesma qualidade do Quarter Sawn.
Temos também o Rift Sawn que é um corte intermediário entre os dois outros tipos. Os veios deste corte são levemente angulados no topo mas ainda vemos linhas retas paralelas na face da prancha.
Este também pode ser usado na construção de instrumentos, possui boa qualidade de propagação, mas não é comparável à qualidade do primeiro apesar de poder ser encontrado com maior facilidade.
www.amishwarehouse.comPara que se possa aproveitar uma tora inteira em Quarter sawn, será preciso cortar a madeira como nesta imagem.
Existem empresas especializadas na venda de madeiras para construção de instrumentos, que disponibilizam o corte correto e normalmente com a umidade controlada.
Construir com corte em Quartier não significa dizer que o resultado final será melhor em sonoridade que outro feito com corte Rift ou Flat, muitos fatores podem influenciar o resultado final, mas o corte em Quartier ou linheiro consegue reter uma melhor qualidade em todos os aspectos, afinal, mesmo dentro de uma mesma árvore existem diferenças de densidade, umidade, etc.
O Luthier que souber retirar o melhor da madeira poderá compensar estas diferenças e gerar um maravilhoso instrumento.


Clique nas fotos para ampliar
Quando falamos de sólidos (guitarras e baixos) , percebemos que grande parte das pessoas prefere o corpo inteiriço, sem colagens.
Hoje em dia as fábricas abusam das colagens fazendo instrumentos com várias peças para baratear o custo.
Não estou falando sobre instrumentos sanduichados, com madeiras diferentes... esta é uma outra abordagem!
Na verdade você vai perceber que a grande maioria dos corpos sólidos sem colagens possui algum desenho do tipo cúpula em sua face, o que denomina que este não está em Quartier.
Querendo ou não, quando isto acontece, existe um desequilíbrio entre as fibras da madeira, o que pode provocar também algum desequilíbrio na vibração e condução da onda sonora.
Outra observação é que para se construir uma guitarra ou baixo de madeira inteiriça em Quartier, seria necessário uma prancha bruta com mais ou menos 40 cm de largura, o que não é muito comum hoje em dia, já que as madeireiras cortam as árvores cada vez mais cedo.
Ao meu ver, este é um preciosismo saudável para os profissionais músicos e luthiers na busca de um instrumento cada vez melhor.
Não quero aqui desmerecer a qualidade individual dos que não possuem estas características, nem a habilidade de seus construtores ou músicos, apenas tento observar as várias faces apresentadas na construção e confrontar com os padrões de qualidade emitidos por algumas fábricas e pelo mercado, que atualmente visam muito mais o "custo x benefício" do que a boa qualidade do instrumento final.
domingo, 12 de abril de 2009
Parceria
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Corcovado
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Construindo um violão
domingo, 2 de novembro de 2008
eShop
http://eshops.mercadolivre.com.br/ck+guitarshop/
Um abraço e até a próxima.
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Kezen Tonecaster Custom



Como postado há algum tempo atrás, aí estão as fotos da guitarra Kezen Tonecaster Custom. Ela foi montada em agosto de 2008, obviamente sobre o famoso modelo Fender Stratocaster. Como eu ainda não tive tempo de criar um logo bacana, acabei colocando um adesivo da Fender - não repita isto em casa - apenas como valor de revenda. Para os curiosos por instrumentos, ela tem corpo natural de ash importado envernizado, braço de bird's eye maple comprado em São Paulo, ferragens Gotoh e captadores Seymour Duncan. O modelo foi montado com a orientação e ajuda dos professores do curso de luthieria que faço. Um abraço e até a próxima!
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Giannini 12 Cordas "Depois"



Bem, aí está o velho Giannini 12 cordas depois do "pit-stop" na luthieria. A pestana de osso animal foi refeita, os trastes retificados e com nova coroa, no lugar do rastilho de osso foi necessário escavar o cavalete para o encaixe do captador ligado ao pré-amp instalado a pedido do proprietário. O resultado agradou bastante ao Adriano. Até a próxima!
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Giannini 12 Cordas "Antes"



Este violão Giannini de 12 cordas, uma verdadeira raridade de uma época em que a Giannini usava madeiras de primeira e acabamento primoroso, chegou na minha oficina bastante desgastado pelo tempo, mas ainda em boas condições. Os principais problemas são o capotraste de osso animal(pestana), o rastilho (filete de osso no cavalete onde a cordas se apóiam) e os trastes muito desgastados e sem coroa (curvatura), que é fundamental para uma boa vibração das cordas. O proprietário deseja instalar um pré-amp, para aprsentações de palco. É legal quando um instrumento assim aparece e me dá a oportunidade de fazer uma restauração completa, o que deixa o instrumento renovado. Em breve postarei fotos do "depois".
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Kezen Tonecaster Custom
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Peças, partes e acessórios...
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Breve!
Squier Vermelha.



Recebi esta Squier bastante enferrujada e desregulada. Muitos músicos não seguem os procedimentos mínimos de conservação e limpeza nos seus instrumentos. Isto resulta em timbre ruim, falta de sustain e tocabilidade sofrível. Neste instrumento foi necessário o uso de várias técnicas de remoção de ferrugem nas diferentes partes que têm diferentes funções, como ponte, trastes, pólos dos captadores, etc, para posterior regulagem. Nas fotos, o instrumento já tratado
Baixo "chifre de alce".



Este instrumento chegou na minha oficina com o acabamento envernizado feito de forma muito precária. O proprietário, Walney, queria um acabamento fosco acetinado como no baixo do meu amigo André Rangel. Minha abordagem neste caso, foi desmontar toda a parte elétrica e peças de ajuste e regulagem para deixá-lo pronto para a "operação". Depois de várias demãos de lixa, a madeira ficou em ponto de acabamento. Em seguida, foram aplicados várias demãos dos produtos de acabamento necessários, intercalados com demãos de lixa. Então, o instrumento foi remontado e regulado. O resultado ficou bastante satisfatório e o baixo ganhou vida nova.
Luthieria, uma arte

A maioria das pessoas não liga o nome à atividade. No entanto, não é um fenômeno raro conhecer alguém que pratica a luthieria, ao menos por hobby. Quando se fala em um construtor de instrumentos musicais, logo vem à memória a figura de uma espécie de marceneiro com determinadas habilidades técnicas e artísticas, capaz de produzir uma obra que produz som musical.
Realmente, o luthier é um profissional singular. Tem que possuir conhecimentos técnicos de tecnologia de materiais, acústica, engenharia, química, matemática, habilidades práticas de marcenaria, serralheria, cerâmica, desenho, etc; habilidades artísticas, ao menos básicas, de música, arquitetura, escultura, marchetaria, pintura, etc. e boas doses de paciência, prudência e temperança.
Em suma, não é a toa que a Luthieria alçou, rapidamente na história, um patamar de maestria.
Alguns Luthiers se tornaram celebridades na história, como os Amati, Guarnieri e o mitico Stradivarius, tal a grandeza e elevação atingidas pelo setor, principalmente no período barroco.
Atualmente, os bons luthiers também devem se dedicar, além das artes tradicionais, a estudos de história, teoria estética, teoria artística e - por que não? - de informática, economia e mercado… Como toda atividade artistica, nos dias de hoje, o luthier que quiser ter algum sucesso tem que ser empreendedor. Os que ainda não atingiram um nome internacionalmente conhecido e que desejam, também, promover atividades de pesquisa, ainda que particulares, é fundamental buscar alternativas para se inserir no mercado.
Restauros, reparos, adaptações, invenções, cursos e outras realizações se tornaram rotina para os luthiers, que acabam destinando pouco tempo à artesania de se construir suas próprias peças de arte.
Enfim, este que é um trabalho de engenho e arte sobrevive se nutrindo quase que somente de sua tradição. Faltam músicos de talento? Há pouca oferta de bons instrumentos? É muito fácil comprar objetos baratos e sem qualidade? Há uma decadência do bom gosto e conhecimento do que é belo? Os meio$ são esca$$o$? Talvez uma retroalimentação de todos esses fatores. Porém, o principal é a decadência da compreensão estética, sem dúvida. O resto é conseqüência. Entretanto, é necessario colocar mais lenha nessa mecha que ainda fumega.
Este é o objetivo deste blog: alimentar essa arte e dar um novo alento aos músicos da cidade e região.
















